Tudo fica melhor com uma entrada USB…

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Principalmente se fizer algum sentido ter uma entrada USB. Ultimamente, tenho visto vários gadgets sendo lançados com USB, muitos deles usando esta conexão apenas como fonte de energia. Isso me fez lembrar o seguinte trecho de Big Bang Theory:

No caso deles, “tudo fica melhor com bluetooth”, mas a idéia é parecida.

Brainwave – O Microondas USB

Hoje, vi uma notícia de um Microondas de mesa com entrada USB no site do Pequenas Empresas Grandes Negócios. Pensei que, novamente, era mais um que só usaria a USB como tomada. Ao ler a notícia, vi que a idéia desta vez era interessante:

Primeiramente, o produto é só um conceito, esperando algum investidor botar dinheiro pra poder ser desenvolvido. Na prática, foi o resultado de um trabalho de faculdade do designer Steve Gates, pela Architecture, Design and the Build Environment School da Nottingham Trent University.

A idéia é um microondas para escritórios e workaholics em geral, apesar de que eu vejo mais um forte mercado para este produto: outro tipo de viciados, no caso, Jogadores que passam o dia todo e só se levantam para comer ou ir no banheiro.

A USB serviria para, através de uma aplicação, o usuário escolher o tipo de comida que está colocando e ter o tempo de aquecimento corretamente escolhido para aquela refeição. Outro uso da USB é simplesmente ter controle manual do aparelho (observe que o produto não tem botões, seria controlado apenas pelo software).

Outra opção seria ao invés do usuário dizer que comida colocou, o reconhecimento automático do alimento através de etiquetas RFID. Enfim, a USB é usada de verdade, e o microondas vira realmente um periférico do computador.

Se fosse lançado e eu tivesse dinheiro, era uma compra certa… Infelizmente, concordo com este post no This is Awesome sobre este microondas com USB, que acredita que este produto nunca vai entrar em produção.

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Nostalgia: Pacote de Jogos MegaPak 8

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Não me lembro exatamente o ano, devia ser algo entre 1999 e 2001, mas minha memória me permite ver com clareza a primeira vez que eu vi aquela caixa, num quiosque do “antigo” Shopping Iguatemi, agora Shopping Maceió.

Seu nome era MegaPak 8, e ela vinha com 10 jogos, originais, em 12 CDs, e custava algo próximo de R$ 80,00. De todos, o único que eu conhecia, e que foi responsável por boa parte de minha vontade de ter aquele pacote de jogos era o SimCity 2000. Eu enlouqueci com aquilo e pedi para meus pais. Eles disseram que não naquele momento, e tive que esperar ainda algum bom tempo até que eles finalmente comprassem… Acho que ela foi meu presente de Natal E Aniversário daquele ano (apesar dos 2 meses que separam as duas datas…).

Quando abri a caixa, além do meu conhecido e desejado SimCity 2000 (que na verdade era o Network Edition + Urban Renewal Kit), me deparei com os seguintes jogos:

CDs do MegaPak 8 que estão comigo em Recife. Os 2 cds de Cyberia 2 eu sei onde estão em Maceió. Os outros, não tenho a menor idéia...

Hoje, alguns destes CDs nem sei por onde andam. Alguns dos jogos, como o Jack Nicklaus 4, Mechwarrior 2 e o iM1A2 Abrams, eu nem dei tanta atenção, pois além de serem muito pesados para minha máquina na época (tenho quase certeza que eu ainda estava com meu Cyrix 586 120Mhz, com 16 MB de RAM, mas talvez já estivesse com o Pentium MMX 233Mhz com 32 MB…), não me agradaram muito quando eu estava com computadores mais potentes.

Os outros no entanto me trouxeram bons momentos. Screamer 2 era um ótimo jogo de corrida, meio underdog, acho que nunca vi muita gente falando sobre ele. Passei realmente muito tempo nesse jogo, e só parei quando depois de alguma atualização de OS (acho que foi quando migrei pro Windows XP) ele parou de funcionar (e eu não conhecia o DosBox…).

O Atari 2600 Action Pack servia de coleção de “jogos casuais” na época em que eu não tinha internet em casa, e vinha com os clássicos Boxing, Chopper Command, Cosmic Commuter, Crackpots, Fishing Derby, Freeway, Frostbite, Grand Prix, H.E.R.O., Kaboom!, Pitfall!, River Raid (o melhor!), Seaquest, Sky Jinks, e Spider Fighter.

Também joguei algumas vezes Return to Zork e Cyberia 2. Apesar destes jogos nunca terem conseguido prender muito minha atenção, consigo me lembrar de algumas cenas e situações que passei ao jogá-los.

Os melhores títulos do MegaPak 8, que até superaram a minha “paixão” por SimCity, foram o Broken Sword – The Shadow of the Templars, e o Jagged Alliance – Deadly Games.

Broken Sword - The Shadow of the Templars

Broken Sword - The Shadow of the Templars. Tela do início do jogo, logo após a explosão do café.

Broken Sword, um jogo de aventura, foi um grande vício que eu tive. Me ajudou muito a melhorar meu inglês, e os quebra-cabeças nem sempre triviais que o jogo oferecia me deixavam horas e horas tentando completá-lo. Confesso que de vez em quando, mesmo sabendo como completar o jogo praticamente todo decorado, ainda me aventuro um pouco no universo de George Stobbart e Nicole Collard. O principal problema deste jogo (e da maioria dos Adventure games daquela época) é o baixo replay value, já que depois de zerar uma vez, o jogo “perde a graça”, pois você sabe exatamente o caminho que deve trilhar para conseguir zerar.

Jagged Alliance – Deadly Games não sofre deste problema. Um RPG baseado em turnos (Turn-based Tactic RPG) onde você contrata mercenários para cumprir missões. A grande vantagem é que você pode fazer uma campanha longa (ou mesmo infinita), e transformar um mercenário fraco em quase um Mike (não entendeu? jogue JA-DG pra saber quem é Mike…). As missões são sempre “diferentes”, pois o computador pode gera-las a partir dos cenários que o jogo possui e que o jogador também pode criar. Enfim, esse é um jogo que me acompanha até hoje, e pra se criar uma relação de 10 anos com um jogo, ele tem q ser bom!

Uma pena que não encontrei mais relatos online de gente que comprou/tem o MegaPak 8. Até uns anos atrás eu ainda tinha o manual (super tosco, com umas traduções bizarras), vou procurar quando for pra Maceió de novo. (Edit: Agora até encontrei material sobre a coletânea online… antes, eu estava procurando por MegaPack 8… Mas agora é que percebi que não tem o “c”… mas ainda nenhum de relato de gente que comprou)

Só pra fechar, ficam algumas dicas:

  • A continuação do Jagged Alliance – Deadly Games (Jagged Alliance 2, não tão boa quanto o Deadly Games, mas bem divertido ainda) está disponível pra venda no Steam.
  • Existe um “remake” de Broken Sword – The Shadow of the Templars, seguindo a mesma história, mas com mais lugares e quebra-cabeças. Está disponível para iPhone, Nintendo DS e Nintendo Wii. O nome é Broken Sword – The Shadow of the Templars – Director’s Cut.

Download 102% Completo

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Mais uma bizarrice:

Download 102% completo

Download 102% completo

Baixando o conector/driver de MySql para .NET compatível com Entity Framework, usando o Free Download Manager, me deparei com isso. Pra quem chegou aqui procurando pelo driver, segue o link: http://www.mysql.com/downloads/connector/net.

PS: O arquivo chegou certinho e instalou o conector sem problemas 😉


Free space: 0 bytes

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Print da “façanha” que consegui com meu pendrive durante a Campus Party:

Free Space: 0 bytes

Isso aconteceu por acaso, não forcei nada. Estava fazendo backup de uns arquivos de log que estavam no netbook, quando deu erro por falta de espaço no pendrive. Quando vi, faltavam 3 arquivos que não davam 100KB no total. Ao ver quanto de espaço livre tinha no pendrive, tive essa surpresa 🙂


Segmentation Fault em vôo

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Em pleno voo sobre o atlântico, indo para a escala em Dakar, estou eu jogando alguma besteira no sistema de entretenimento de bordo, quando de repente:

Aconteceu isso algumas vezes durante o vôo, não só na minha tela, como na de vários outros passageiros. Vendo os créditos dos joguinhos, que eram geralmente as apps que davam segfault, eles foram desenvolvidos por uma empresa indiana que eu nem lembro o nome.

Pra quem ainda não entendeu nada, um segfault é o equivalente a uma tela de “O programa encontrou um problema e será fechado” no XP ou “O programa não está respondendo” no Vista/7… Mas como no caso do segfault nessa telinha você não podia alternar e seguir trabalhando, tinha que se esperar um bom tempo até o sistema reiniciar…


Jardim Robótico na Campus Party 2010

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Muito legal o projeto desse pessoal! Os girassóis realmente seguem a luz, e as flores são sensíveis a presença, cada “jarro” com um comportamento diferente. Um muda de intensidade quando a pessoa chega perto, outro muda de cor e outro fica piscando.

Além disso, dei sorte de ir filmar na hora que Megadriver tava tocando no palco da Petrobras. Curtam as imagens e o som!


Apocalipse no CIn – BSOD geral nos grads

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O dia: 03/09/2008. A hora: 12:12. O local: Laboratórios de graduação no CIn/UFPE.

Eu havia acabado de deslogar da máquina que estava usando no Grad 1. Ia almoçar e depois ir para o estágio (na época, eu estava estagiando na FAST). Logo depois de pegar minhas coisas, mas antes de levantar, vi o computador que eu havia usado com uma Tela Azul da Morte (BSOD, Blue Screen of Death, tela de “perdeu preibói” do Windows…).  O do lado direito, também. O do lado esquerdo, idem. Levanto. Todos os monitores do grad exibiam aquele tom azul velho conhecido de quem usou muito Windows 98 com hardware safado sem driver decente…

Alguns alunos ficam simplesmente olhando para a tela, com a cara de “perdi meu projeto de [IP/PG/lista de algoritmos]” (afinal, só Jesus salva!)… outros ficam olhando entre si, querendo saber quem ou o que causou aquilo. Saio do Grad 1, e vejo que o Grad 2 está do mesmo jeito. A disposição das máquinas no G2 é melhor que no G1, saco meu telefone com camera VGA super safada e registro o momento:

BSOD geral no CIn!

Ao sair e passar na frente do suporte, através daquelas paredes de vidro quem quisesse podia ver algumas máquinas lá dentro também na tela azul, e um dos caras do suporte olhando com uma cara de surpresa que parecia demais com a dos alunos…

Fim dos dias? Ataque terrorista? Apocalipse? Algum “ráquer v1d4 l0k4” (© TolicesDoOrkut) fazendo estrago?

Não… Depois, conversando com alguém do suporte, se não me engano o problema teve algo haver com o anti-vírus, alguma dll do Kaspersky tinha feito o estrago (provavelmente desatualizada, ele explicou direitinho o que tinha causado isso, mas faz tempo e não lembro mais). Parece que a bronca foi resolvida fácil, e até onde eu sei, outro BSOD day não aconteceu.

Minha sincera solidariedade com o pessoal que perdeu algum trabalho com isso, mas que deu uma foto “nerdmente” legal, ninguém pode negar 🙂

PS: Demorei pra postar isso pois só agora achei essa foto, que pensei ter perdido quando esse telefone velho (que btw ainda uso) deu uma bronca e precisou ser formatado e ir pra assistência…